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Como fazer remarketing e retargeting: dicas para começar

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Se você já recebeu um e-mail de uma loja depois de abandonar um item no carrinho ou percebeu no Instagram o anúncio de um produto depois de pesquisar algo sobre ele, já teve contato com as estratégias de remarketing e retargeting.

Apesar de comumente confundirem os conceitos, as estratégias podem ser consideradas amigas, mas são meios diferentes de alcançar um objetivo em comum: reter a atenção de potenciais clientes e impulsionar a ação de compra.

No artigo de hoje, vamos dar dicas sobre as melhores maneiras de começar a fazer remarketing e retargeting.

Mas antes disso, entenda de uma vez por todas as diferenças entre os termos:

Quais as diferenças entre Remarketing e Retargeting?

O remarketing e o retargeting são similares em nome e em objetivo, o que muda é a forma como atingem os resultados.

Ambos estão em concentrados em provocar um novo engajamento do cliente com a marca. Contudo, enquanto o remarketing foca em estimular potenciais clientes através do e-mail marketing, o retargeting se utiliza de mídia paga para estimular a ação de compra.

As ações de remarketing se baseiam em uma segmentação de conteúdos disparados por e-mail; os usuários que recebem esses e-mails já interagiram com o site da marca previamente.

Já as ações de retargeting consistem na exibição de anúncios patrocinados para usuários que de alguma forma se mostraram interessados pelos produtos e serviços de determinada marca.

Em um exemplo prático, é o que acontece quando um usuário pesquisa por um produto ou serviço e então anúncios sobre ele começam a surgir em todos os outros locais virtuais que acessa.

Como fazer remarketing?

Antes de implantar ações de remarketing, você precisa começar pelo planejamento, assim conseguirá entender os diferentes momentos em que os leads estão e poderá desenvolver conteúdos direcionados para cada estágio do processo de compra.

O remarketing tem no e-mail marketing o coração da sua estratégia, organizando os visitantes do seu site por listas de acordo com o tipo de ação que deseja tomar.

A partir destas listas, você pode então disparar os e-mails conforme o nível de interesse que os visitantes demonstraram em seus produtos e serviços.

Por exemplo, existem visitantes que se inscrevem para receber a newsletter do seu negócio, outros que fazem o download de um ebook, aqueles que chegaram até a página de compra de um produto e até uns que já compraram antes da sua marca. Para cada um desses grupos, é necessário pensar em uma ação diferente.

Aqui, o conhecimento sobre funil de vendas e jornada de compras é muito eficiente. Com ele, é possível perceber as diferentes fases pelas quais passam os consumidores, desde a descoberta da intenção de compra até a fidelização de clientes.

Para facilitar e agilizar o processo, você pode fazer uso de ferramentas de automação de e-mail marketing como o Mailchimp, que oferece estatísticas sobre a performance dos e-mails (quantas pessoas abriram para lê-los, por exemplo).

Como fazer retargeting?

Uma estratégia de retargeting bem-feita gera resultados a longo prazo, por isso o desempenho precisa ser acompanhado. Ele funciona através dos cookies que ficam armazenados no seu computador à medida que visita páginas virtuais.

Esses cookies são como uma espécie de sinalizador, que ao identificar a curiosidade e/ou intenção de compra, passa a sugerir anúncios de produtos semelhantes para impulsionar que o usuário complete o processo.

Para criar campanhas de retargeting, existem duas plataformas muito usadas e bastante conhecidas: o Google Ads e o Facebook/Instagram Ads.

Em ambos os casos, você faz o gerenciamento de anúncios através de um código a ser incluído em sites.

Entenda melhor abaixo:

No Google Ads

O Google é o mecanismo de buscas mais usado na internet e você pode perceber que exibe anúncios na própria página de pesquisas, o que pode gerar um alcance excelente para o seu negócio.

Além disso, o Google é integrado com vários sites ao redor do mundo através do programa de afiliados. Ou seja, esses sites com boa audiência cedem espaço nas páginas para divulgar anúncios do Google Ads (em troca, recebem uma quantia por clique).

Na estratégia de retargeting, os anúncios do Google Ads surgem quando o usuário está pesquisando sobre o tema específico ou depois de ter pesquisado, mas não executado a ação de compra.

Há duas maneiras de exibição desses anúncios:

      • Na Rede de Pesquisas, ou seja, na página própria do Google;
      • Na Rede de Displays, aparecendo em sites parceiros do Google e aplicativos, em formato de banner, texto ou vídeo (por contar muitas vezes com um elemento visual, costuma ser mais chamativo)

A chance de o usuário clicar no anúncio é muito maior, já que se trata de um tema sobre o qual tem interesse.

É possível criar listas segmentadas dentro da plataforma e direcionar os anúncios conforme o comportamento que tiveram.

Você pode criar anúncios para usuários que visitaram o seu site em um período determinado de dias ou datas específicas, potenciais clientes que acessaram a página de um produto ou até mesmo a página de checkout, usuários interessados em um tipo de serviço específico com diferentes valores etc.

Aliás, para você que deseja começar a usar o Google Ads, fique atento porque apesar de a ferramenta se chamar Google Remarketing, ela se trata de uma estratégia de retargeting (é confuso, sabemos).

No Facebook/Instagram Ads

O visual do retargeting tanto no Facebook como no Instagram é bem parecido com o da Rede de Display, porque os anúncios aparecerem dentro das redes sociais.

No Facebook Ads, pode aparecer na barra lateral ou no feed de notícias. Já no Instagram, aparece no feed ou nos Stories.

Para criar campanhas de retargeting em ambas as plataformas, você precisa acessar o gerenciador de negócios do Facebook (para conseguir acesso, é necessário que tenha uma página de negócios na rede social).

As configurações são bem intuitivas e você consegue personalizar os públicos e a opção de tráfego do site, ao fim não se esqueça de copiar o código para adicionar ao seu site.

FAQ – Perguntas Frequentes

O nome literal de remarketing representa “fazer marketing de novo” para a mesma pessoa, que já se mostrou interessada no produto.

O objetivo é gerar impacto mais uma vez e estimular o engajamento dessa pessoa através do disparo de e-mails. A tática se mostra muito eficiente para acelerar a jornada de compra e gerar a conversão em vendas.

O retargeting objetiva acionar uma marca ou empresa de novo e de novo na lembrança de potenciais clientes, induzindo-o pelo funil de vendas. Essa estratégia utiliza anúncios patrocinados em locais virtuais estratégicos para capturar novamente a atenção de consumidores.

As ações de remarketing são aplicadas através de e-mail marketing, utilizando-se de campanhas direcionadas para usuários que já acessaram o site de uma marca, como alguém que colocou um item no carrinho e não concluiu a compra.

A marca então desenvolve uma estratégia de enviar espécies de “lembretes” por e-mail ou até mesmo anunciar promoções especiais, estimulando assim que o consumidor retorne e conclua a compra.

Não é preciso escolher entre uma estratégia ou outra, na verdade recomendamos que utilize ambas para potencializar os resultados.

Raramente um consumidor realiza uma compra logo de cara na primeira pesquisa, ele vai maturando a ideia até se decidir pelo produto ou serviço ideal. O remarketing e o retargeting buscam acelerar esse processo ao proporcionar que o potencial cliente tenha um contato mais íntimo com a marca.

Entre as vantagens de fazer remarketing e retargeting estão a maior taxa de conversão, um alcance maior de marca, segmentação da audiência (entregando anúncios para um público já interessado) e orçamento flexível (existem diferentes opções de ferramentas de publicidade).

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