Como ser redator freelancer: 6 dicas para trabalhar na área

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Se você gosta de escrever e quer trabalhar de forma autônoma, entender como ser redator freelancer é fundamental. Com o aquecimento do mercado digital, este profissional está ganhando cada vez mais espaço e sempre há ótimas oportunidades de trabalho disponíveis.

Mas como toda carreira, para dar certo é preciso ter clareza sobre o passo a passo e seguir algumas dicas e orientações importantes. Afinal, ser um freelancer pode ser bastante desafiador.

Neste artigo, você terá acesso às principais informações sobre o assunto para entender como funciona este mercado e o que é necessário fazer para se tornar um redator freelancer!

Redator freelancer: o que é?

Um redator freelancer é contratado por um cliente para criar conteúdos em diferentes formatos, como artigos, roteiros, e-mail marketing, posts para redes sociais etc.

Trata-se de um profissional autônomo, portanto, pode escolher com quais clientes deseja trabalhar e ganha de acordo com a demanda produzida. Podem ser realizados projetos pontuais ou até mesmo jobs fixos, em que o freelancer ganha um valor fechado mês a mês.

Quer saber tudo sobre a profissão? Então não deixe de ler este artigo onde te contamos como é o trabalho de um redator, quais são os nichos mais populares e até mesmo quanto ganha um redator freelancer.

Como se tornar redator freelancer: passo a passo para começar

Agora que você já sabe o que é um redator freelancer, confira algumas orientações importantes para atuar como um profissional autônomo nessa área:

1. Defina o seu foco

Antes de começar a trabalhar como redator freelancer, é preciso conhecer as diferentes possibilidades dentro da área. Afinal, são muitas frentes de atuação que precisam de um profissional especializado em escrita. Abaixo, você pode conhecer as principais:

Redator de blogs e e-books

O redator focado em blogs e e-books escreve, principalmente, artigos e materiais ricos, que são mais densos. Hoje em dia, praticamente toda empresa tem um blog que precisa ser alimentado semanalmente com novos conteúdos.

Para escrever artigos, é necessário ter conhecimento sobre SEO, ou seja, otimização de conteúdos para os mecanismos de buscas (o famoso “topo do Google”). Além disso, é recomendado dominar plataformas como o WordPress e ferramentas de palavras-chave.

UX Writer

UX vem de “user experience” e “writing” significa escrita. Trata-se, portanto, da criação de textos voltados para a otimização da experiência do usuário. Isso quer dizer que cada elemento que compõe um texto não está lá por acaso e sim para facilitar a jornada do leitor durante a interação, seja em um site ou aplicativo.

Não diz respeito apenas a escrever um texto qualquer, pois o UX Writer tem como objetivo escrever textos práticos que seguem a regras lógicas com as quais o cérebro processa informações. Dessa forma, conseguirá possibilitar uma experiência agradável ao usuário.

Copywriter

O copywriter, por sua vez, é um profissional que escreve conteúdos focados na conversão, ou seja, com o objetivo de convencer o público a realizar uma determinada ação. Por isso, os textos têm como principal característica a persuasão.

Muita gente confunde um redator de blogs e um copywriter, mas é importante sempre ressaltar que o primeiro não tem a obrigação de escrever conteúdos com foco em conversão. Por outro lado, este é um pré-requisito do copywriting, que necessariamente deve levar o leitor a uma ação, caso contrário, não cumpriu a sua função.

Quer ser copywriter? Então não deixe de ler nosso artigo sobre como ser um copywriter e de checar nossas indicações de livros de copywriting para começar a aprender mais sobre o assunto.

Ghostwriter

O ghostwriter não recebe os devidos créditos pelos conteúdos que escreve (os mesmos são assinados no nome de outra pessoa). É muito comum CEOs, executivos e empreendedores contratarem ghostwriters para escrever artigos para colunas ou conteúdos no LinkedIn.

A questão do sigilo é fundamental nesse tipo de trabalho, portanto, o freela não pode divulgar nada em seu portfólio. Além disso, para os textos ficarem autênticos e realmente com “a cara da pessoa” é importante que haja uma conexão e simpatia entre cliente e freelancer.

Redator de redes sociais

A criação de conteúdos para redes sociais, como LinkedIn, Instagram, Facebook e Twitter também é um caminho interessante para os redatores.

Esse tipo de trabalho pode exigir conhecimento sobre estratégia e métricas dos canais. Entre as principais responsabilidades do redator, estão:

      • criar um calendário editorial;
      • escrever as legendas dos posts;
      • criar um briefing de direcionamento para a criação de vídeos e/ou artes.

2. Estude

Estudar é fundamental em qualquer área de atuação e como redator freelancer não seria diferente. Como o mercado digital está sempre em transformação, é recomendado ficar de olho nas tendências e referências da área.

Além disso, realizar cursos online, assistir palestras e ler livros são formas interessantes de se desenvolver. Para quem deseja seguir o caminho de copywriter, recomendamos a leitura de algumas obras sobre o tema.

 

Dica: Curso de Escrita Criativa, do Matheus de Souza

Para aqueles que desejam desenvolver a escrita criativa, um dos melhores cursos sobre o assunto é do autor de “Nômade Digital”, livro finalista no prêmio Jabuti 2020 na categoria Economia Criativa.

Com foco em não ficção e conta com uma metodologia voltada para o desenvolvimento dos processos criativos e do rompimento de bloqueios mentais. Você irá aprender sobre técnicas de storytelling, publicidade, jornalismo, criação literária e retórica e terminará o curso escrevendo textos muito mais criativos e autênticos.

3. Crie seu portfólio

O ideal é criar um site organizado com todas as suas informações, experiências, reconhecimentos e projetos. É importante para fortalecer a sua credibilidade e transmitir profissionalismo. Ao realizar uma prospecção, basta você enviar este link para que os potenciais clientes possam conhecer melhor o seu trabalho.

4. Abra um MEI

Para atuar como freelancer e regularizar o seu trabalho é importante abrir um MEI (Microempreendedor Individual), que tem um limite inicial interessante para boa parte dos profissionais: faturamento anual de até R$81 mil.

Nessa categoria, você passa a ter um CNPJ, paga seus impostos e passa a emitir notas fiscais.

5. Faça networking

O networking é fundamental para crescer como freelancer. O LinkedIn é um excelente canal para encontrar outros profissionais autônomos e fazer parte de uma comunidade de freelas.

Além disso, manter bons relacionamentos com ex-colegas de trabalho do mundo CLT também é interessante, porque pode acabar rendendo bons frutos em algum momento.

Lembre-se: muitas oportunidades de trabalho chegam a partir de indicações.

6. Procure por trabalhos em sites para freelancers

Os sites para freelancers são um caminho interessante para quem está começando nesse universo e ainda não tem muitas conexões. Por lá, clientes publicam oportunidades de trabalho e os freelas podem enviar propostas.

Apenas fique atento ao “leilão de preços” para não acabar “pagando para trabalhar”.

 

FAQ – Perguntas Frequentes

Para ser um redator é preciso ter uma ótima escrita e domínio da língua portuguesa. Dependendo do seu foco de atuação você será preciso realizar algumas especializações: um redator de blogs, por exemplo, precisa conhecer as técnicas de SEO.

Há quatro principais formas de encontrar trabalhos como redator freelancer:

      • indicações de colegas e amigos;
      • produção conteúdo em canais como LinkedIn (prospecção passiva);
      • por meio de plataformas de freelas;
      • realizando prospecção ativa (entrando em contato com potenciais clientes).

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